De olho no lubrificante

Publicado em 16/11/2015 18:17h

É comum os consumidores terem dúvidas na hora da troca do óleo do motor. Muita gente desconhece a função desse produto, que é percorrer as galerias de motor e reduzir o atrito entre as superfícies metálicas.

Segundo especialistas, deve-se seguir as determinações do manual do veículo quanto ao prazo e tipo de lubrificante indicado. Ignorar essas informações pode levar à formação de borras, e consequentemente, de superaquecimento, o que pode levar o motor a fundir.

Uma das questões mais comuns é a quantidade de óleo a ser utilizada. Outra é sobre os tipos de óleo disponíveis.

Há três opções: mineral, semissintético e sintético. O primeiro é obtido diretamente do petróleo, o sintético é feito em laboratório e o semissintético mistura os dois.

Todos têm aditivos que conferem características de desempenho e proteção às peças do veículo. Uma dica é não misturar óleos diferentes se for preciso completar o nível. Isso pode gerar "desbalanceamento da formulação" e, em alguns casos, perda de propriedades e da capacidade de lubrificação do motor.

Cada montadora especifica o tipo de lubrificante mais adequado para seus carros de acordo com o motor, após realizar testes de laboratório. Na hora da troca, é preciso prestar atenção a essas recomendações.

Além do lubrificante, o filtro de óleo também deve ser substituído regularmente.

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